As referências nacionais do ciclismo estão a desaparecer.
Li nos jornais que Serafim Ferreira faleceu. Paz à sua alma e memória. Sei que era politicamente incorrecto, duro nas palavras...
Lembro-me dele quando um dia me dirigiu um comentário, estava eu no Grande Prémio Sport Noticias, em pleno planalto de Figueira de Castelo Rodrigo. Nunca percebi o que tinha dito.
Transcrevo um link que vale a pena ler. É uma entrevista do Jornal de Ciclismo:
"O ciclismo português tem especificidades muito próprias: não tem dinheiro, não tem corredores, não tem nada. O ciclismo português é uma utopia. O pouco que existe é fruto do entusiasmo de poucas pessoas!"
Um espaço de amena conversa sobre ciclismo e sobre o Oeste. As voltas, os passeios do fim de semana, as sugestões e opiniões terão lugar neste espaço que pretende crescer e dar um contributo para congregar os amantes do pedal sejam eles recreativos ou mais competitivos.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Agora vou aos planadores
Andar pelo céu...
Caminhado no Ar | |
| We're walking in the air | Estamos caminhando no ar |
| We're floating in the moonlit sky | Estamos flutuando no céu enluarado |
| The people far below are sleeping as we fly | As pessoas lá embaixo dormem enquanto voamos |
| I'm holding very tight | Segurando firme |
| I'm riding in the midnight blue | Passeando no azul da meia-noite |
| I'm finding I can fly so high above with you | Descobrindo que posso voar alto com você |
| Far across the world | Através do mundo |
| The villages go by like trees | As vilas passam como se fossem árvores |
| The rivers and the hills | Os rios e as colinas |
| The forests and the streams | A floresta e os riachos |
| Children gaze open mouth | As crianças de boca aberta contemplam |
| Taken by surprise | Pegas de surpresa |
| Nobody down below believes their eyes | Ninguém lá embaixo acredita no que está vendo |
| We're surfing in the air | Estamos surfando no ar |
| We're swimming in the frozen sky | Estamos nadando no céu congelado |
| We're drifting over icy | Estamos passando acima das congeladas |
| Mountains floating by | montanhas flutuantes |
| Suddenly swooping low on an ocean deep | De repente baixamos até o fundo de oceano |
| Arousing of a mighty monster from its sleep | Despertando o monstro poderoso de seu sono |
| We're walking in the air | Estamos caminhando no ar |
| We're floating in the midnight sky | Flutuamos no céu da meia-noite |
| And everyone who sees us greets us as we fly | E quem nos vê cumprimenta-nos enquanto voamos |
A dureza vem ai, musica para séries
A dureza vem ai, por isso uma sugestão:
Letra:
A letra da musica é soberba, só para esclarecidos, que saibam pensar, se quiserem.
Letra:
Eu Queria Ter Um Anjo | |
| I wish I had an angel | Eu desejo ter um anjo |
| For one moment of love | Por um momento de amor |
| I wish I had your angel tonight | Eu queria ter o seu anjo esta noite |
| Deep into a dying day | Fundo dentro de um dia que morre |
| I took a step outside, an innocent heart | Eu dou um passo para fora de um coração inocente |
| Prepare to hate me fall when I may | Prepare-se para me odiar, caia quando eu puder |
| This night will hurt you like never before | Esta noite vai te machucar como nunca aconteceu antes |
| Old loves they die hard | Velhos amores custam a morrer |
| Old lies they die harder | Velhas mentiras custam mais ainda a morrer |
| I wish I had an angel | Eu queria ter um anjo |
| For one moment of love | Por um momento de amor |
| I wish I had your angel | Eu queria ter o seu anjo |
| Your Virgin Mary undone | Sua virgem maria desfeita |
| I'm in love with my lust | Estou apaixonada pela minha luxúria |
| Burning angel wings to dust | Queimando asas de anjos até virarem pó |
| I wish I had your angel tonight | Eu queria ter o seu anjo esta noite |
| I'm going down so frail and cruel | Eu estou descendo tão frágil e cruel |
| Drunken disguise changes all the rules | Um disfarce bêbado muda todas as regras |
| Old loves they die hard | Velhos amores custam a morrer |
| Old lies they die harder | Velhas mentiras custam mais ainda a morrer |
| I wish I had an angel | Eu queria ter um anjo |
| For one moment of love | Por um momento de amor |
| I wish I had your angel | Eu queria ter o seu anjo |
| Your Virgin Mary undone | Sua virgem maria desfeita |
| I'm in love with my lust | Estou apaixonada pela minha luxúria |
| Burning angel wings to dust | Queimando asas de anjos até virarem pó |
| I wish I had your angel tonight | Eu queria ter o seu anjo esta noite |
| Greatest thrill, not to kill | o Maior desafio, não é matar |
| But to have the prize of the night | Mas ter o prêmio da noite |
| Hypocrite, wannabe friend | Hipócrita, falso amigo |
| 13th disciple who betrayed me for nothing! | 13º discípulo que me traiu por nada! |
| Last dance, first kiss, your touch, my bliss | Última dança, primeiro beijo, seu toque é minha alegria |
| Beauty always comes with dark thoughts | A beleza sempre vem com pensamentos obscuros |
| I wish I had an angel | Eu queria ter um anjo |
| for one moment of love | Por um momento de amor |
| I wish I had your angel | Eu queria ter o seu anjo |
| your Virgin Mary undone | Sua virgem maria desfeita |
| I'm in love with my lust | Estou apaixonada pela minha luxúria |
| Burning angel wings to dust | Queimando asas de anjos até virarem pó |
| I wish I had your angel tonight | Eu queria ter o seu anjo esta noite |
| I wish I had an angel | Eu queria ter um anjo |
| I wish I had an angel | Eu queria ter um anjo |
| I wish I had an angel | Eu queria ter um anjo |
| I wish I had an angel | Eu queria ter um anjo |
A letra da musica é soberba, só para esclarecidos, que saibam pensar, se quiserem.
Audazes
Durante muitos e muitos anos, o Ser Humano, ou lá o que se entende por isso, tentou escrever a sua História...
Realçou quase sempre o papel dos vencedores. Normalmente, são quem escrevem a História. Os mesmos vencedores, também escreveram os Direitos do Homem. Eu oponho-me, não aos direitos, mas ao termo Homem para definir uma raça, uma espécie, a homosapiens. Bom, agora já existe uma nova categoria ou classificação.
Normalmente as classificações, são rótulos que podem ajudar a identificar, embora criem ainda mais confusão e segregação. No caso dos Direitos do Homem, seria mais correcto escrever Declaração Universal dos Direitos Humanos. E a história da humanidade, lá está, deveria ser História dos Humanos, ou da Humanidade (que normalmente -não gosto desta palavra: normal-mente-, é sempre recheada com muitas guerras e confrontos...que de humana pouco tem). Neste contexto, verifica-se que as mulheres pouco tiveram a dizer acerca da história dos Homens...ou será o oposto? Ou será que tantos por dizerem algo estejam certos, e apenas um, errado. Bem teria de mencionar novamente a história dos vencedores, para referir que os mesmos vencedores, já mataram tantas vezes o mensageiro...por trazer más noticias, lembram-se do carpinteiro, Jesus de Nazaré, filho de Maria?
Tudo depende da capacidade de pensar, sobre, ou mesmo sub, vários pontos de vista. (espero que percebam o sub, de descer, estar por debaixo, fora da caixa, próximo do desapego do ego, essa vil personagem).
Por isso, os pontos de vista são muito importantes. Melhor, os diferentes pontos de vista. Temos na História, homens e mulheres quase sempre apelidados de esquisitos, que foram colocados à margem da sociedade dominante, que trouxeram grandes invenções, grandes soluções!!!
A verdade é que os audazes que se mantiveram fieis às suas ideias, trouxeram algo de novo. Como sabem os camaleões (e eu tenho visto tantos em diferentes contextos) nada acrescentam à natureza. Se estiver amarelo, amarelo ficam. Os camaleões sobrevivem, é verdade. Mas não trazem colorido nenhum! E existem homens e mulheres que copiam os camaleões na tentativa de sobreviverem...eu compreendo, mas não aceito!

Noutro lado oposto estão os audazes, que apesar de ouvirem criticas, pessoas a dizerem mal, insinuações, etc, prosseguem o caminho, tal como na história do Burro, do Menino e do Velho. (ver a história aqui).
A conclusão é que criticas sempre ouviremos, basta termos uma simples ideia. Internamente cada um, ao pensar sente o seu ego, tecendo criticas internas...Se mesmo dentro existe divisão, como podem os humanos aceitarem o diferente, com medo dessa divisão, quando vem de fora?
É neste ponto que existem os homens e mulheres audazes que não temem o desconhecido. Que aprendem a investigar, a conhecer o desconhecido. Onde estão esses homens e mulheres que outrora partiam em caravelas???
A zona de conforto, tal como o camaleão possuiu, não nos leva a lado nenhum. Se não existissem audazes, os que ousam, hoje não teríamos electricidade, as cirurgias levariam irreversivelmente à morte, não existiriam sequer bicicletas, nem a roda!
Gostava de dizer que as reflexões que escrevo, são isso mesmo reflexões. Nem sempre tem destinatários...por isso tranquilizem-se!
Hoje o Xico foi exemplo de um audaz. Ouviu opiniões que o sensor do seu ciclometro não podia ser aberto...(37€). Afinal, manteve-se audaz, ousou abrir o aparelho e conseguiu a sua reparação. Os audazes percebem-se e aceitam-se. Não excluem nem segregam.
Agora sim uma boca:
-Não faças aos outros os que não gostem que te façam a ti!
Outra boca:
- A respeito do Oeste Pro Cycling: Quem foram os que no final do projecto convidaram vários ciclistas envolvidos e demais entusiastas e reuniram cerca de 250€ para entregar a uma instituição de solidariedade social?
-Querem a resposta? Apenas um ciclista profissional apareceu, o Pula, também ele audaz! Fomos agraciados com uma carta de me orgulho de guardar. A instituição, pois bem foi a APECI.
O mundo é assim, somos odiados por uns e amados por outros, mas como ciclista aprendi esta máxima:
-Os cães ladram e a caravana passa!
Abraços e desculpas a todos que possivelmente ofendi com a verdade!
Realçou quase sempre o papel dos vencedores. Normalmente, são quem escrevem a História. Os mesmos vencedores, também escreveram os Direitos do Homem. Eu oponho-me, não aos direitos, mas ao termo Homem para definir uma raça, uma espécie, a homosapiens. Bom, agora já existe uma nova categoria ou classificação.
Normalmente as classificações, são rótulos que podem ajudar a identificar, embora criem ainda mais confusão e segregação. No caso dos Direitos do Homem, seria mais correcto escrever Declaração Universal dos Direitos Humanos. E a história da humanidade, lá está, deveria ser História dos Humanos, ou da Humanidade (que normalmente -não gosto desta palavra: normal-mente-, é sempre recheada com muitas guerras e confrontos...que de humana pouco tem). Neste contexto, verifica-se que as mulheres pouco tiveram a dizer acerca da história dos Homens...ou será o oposto? Ou será que tantos por dizerem algo estejam certos, e apenas um, errado. Bem teria de mencionar novamente a história dos vencedores, para referir que os mesmos vencedores, já mataram tantas vezes o mensageiro...por trazer más noticias, lembram-se do carpinteiro, Jesus de Nazaré, filho de Maria?
Tudo depende da capacidade de pensar, sobre, ou mesmo sub, vários pontos de vista. (espero que percebam o sub, de descer, estar por debaixo, fora da caixa, próximo do desapego do ego, essa vil personagem).
Por isso, os pontos de vista são muito importantes. Melhor, os diferentes pontos de vista. Temos na História, homens e mulheres quase sempre apelidados de esquisitos, que foram colocados à margem da sociedade dominante, que trouxeram grandes invenções, grandes soluções!!!
A verdade é que os audazes que se mantiveram fieis às suas ideias, trouxeram algo de novo. Como sabem os camaleões (e eu tenho visto tantos em diferentes contextos) nada acrescentam à natureza. Se estiver amarelo, amarelo ficam. Os camaleões sobrevivem, é verdade. Mas não trazem colorido nenhum! E existem homens e mulheres que copiam os camaleões na tentativa de sobreviverem...eu compreendo, mas não aceito!

Noutro lado oposto estão os audazes, que apesar de ouvirem criticas, pessoas a dizerem mal, insinuações, etc, prosseguem o caminho, tal como na história do Burro, do Menino e do Velho. (ver a história aqui).
A conclusão é que criticas sempre ouviremos, basta termos uma simples ideia. Internamente cada um, ao pensar sente o seu ego, tecendo criticas internas...Se mesmo dentro existe divisão, como podem os humanos aceitarem o diferente, com medo dessa divisão, quando vem de fora?
É neste ponto que existem os homens e mulheres audazes que não temem o desconhecido. Que aprendem a investigar, a conhecer o desconhecido. Onde estão esses homens e mulheres que outrora partiam em caravelas???
A zona de conforto, tal como o camaleão possuiu, não nos leva a lado nenhum. Se não existissem audazes, os que ousam, hoje não teríamos electricidade, as cirurgias levariam irreversivelmente à morte, não existiriam sequer bicicletas, nem a roda!
Gostava de dizer que as reflexões que escrevo, são isso mesmo reflexões. Nem sempre tem destinatários...por isso tranquilizem-se!
Hoje o Xico foi exemplo de um audaz. Ouviu opiniões que o sensor do seu ciclometro não podia ser aberto...(37€). Afinal, manteve-se audaz, ousou abrir o aparelho e conseguiu a sua reparação. Os audazes percebem-se e aceitam-se. Não excluem nem segregam.
Agora sim uma boca:
-Não faças aos outros os que não gostem que te façam a ti!
Outra boca:
- A respeito do Oeste Pro Cycling: Quem foram os que no final do projecto convidaram vários ciclistas envolvidos e demais entusiastas e reuniram cerca de 250€ para entregar a uma instituição de solidariedade social?
-Querem a resposta? Apenas um ciclista profissional apareceu, o Pula, também ele audaz! Fomos agraciados com uma carta de me orgulho de guardar. A instituição, pois bem foi a APECI.
O mundo é assim, somos odiados por uns e amados por outros, mas como ciclista aprendi esta máxima:
-Os cães ladram e a caravana passa!
Abraços e desculpas a todos que possivelmente ofendi com a verdade!
Lagoa de Obidos

O Oeste como sabem tem inúmeros recursos, que vale a pena destacar neste blog, afim de divulgar, não vá alguém se esquecer.
Um deles, é obviamente a natureza e ruralidade. Dai ficar contente quando ouço falar da construção de mais vias cicláveis, as chamadas ecovias. Em Torres Vedras, onde vivo não poderei classificar de ecovias, ao que se tentou fazer visto que nelas circulam frequentemente veículos motorizados. Por isso, fui até Obidos visitar a ecovia que circunda o Lagoa.
Infelizmente não posso dar nota máxima, pois grande parte da via inaugurada em 05-06-2007, está em péssimas condições, com ervas mais altas que um homem, ao lado do rio Arnóia. Sr Presidente, ou responsável do pelouro, por favor, tomem providências.
Em oposição, as vias que circundam a Lagoa de Óbidos, são magnificas, muito bem construídas, com barreiras ao "abuso" motorizado que se nota por exemplo em Torres Vedras. É deslumbrante, o piso, a paisagem, a segurança transmitida ao circular nesta via. Outro ponto positivo foi o cuidado com que em algumas zonas se evitou barreiras à circulação da fauna. Noutros lugares nem tanto, um ponto que merece atenção. Vale a pena e recomendo. Os animais agradecem! As placas sinalizadoras também informam sobre a fauna existente o que enriquece a visita.
Também é possível aceder à ecovia por Caldas da Rainha. Link
Não é tão deslumbrante como o trajecto sul, mas vale a pena. Pena o demasiado betão que retira o sentido eco da via...
As fotos, bem esqueci-me...mea culpa. As que encontrei na internet não fazem justiça. Por isso recomendo que vão lá fotografar...sff.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Interregono !

Podia começar esta crónica de muitas formas...
"Podia dizer umas bocas, para fazer pensar, apontar atitudes menos positivas que se vêm e ouvem por ai. Muitos tentam passar-se por bonzinhos, quais lobinhos, à espera do próximo carneiro para devorarem.
Podia dizer na cara, como já fiz, e obter desculpas, ou até ameaças.
Como alguns seres humanos são patéticos. Como a maldade desses tenta afastar outros e conduzi-los também para a sua cegueira."
Excerto de Memórias
A tentativa de silenciar é comum na camorra, essas famílias mafiosas, (onde é que eu ouvi dizer que o ciclismo é uma grande família?), onde o código do silêncio impera. A mentira, o engano dos mais desprotegidos, vitimas dos que tentam encontrar refúgio, na frustração de tentarem com avançada idade provarem algo...é a sua arma de arremesso. Tenho pena dessas vitimas. E o Ciclismo já fez tantas...
-"se tu andares com fulano, eu já não vou contigo"---dizia o Luizinho para o Huguinho, quando andavam na escolinha. Que infantilidade! Qualquer professor bem formado reprovaria tal atitude nos seus alunos...
O desporto é bonito, mas não quando à base de mentira e engano. Devia ser um local de humanismo, mas por vezes transforma-se em arena de intrigas, de declarações de guerra, enfim, de batalhas sem nexo. Infelizmente, assumem-se saídas domingueiras não como saudoso convívio, como já tive oportunidade de testemunhar e participar, mas como provas, ou corridas clandestinas, onde se tenta medir, enfim o quê?
É próprio do ser humano julgar, mas julga-se mal!
O ciclismo vai de vela, diria um amigo meu. Eu digo já está sem vela, sem chama, vai afundar-se com esta fornada. Os ratos vão mesmo ser apanhados pelos gatos.
Alguns gostam de excluir outros porque acham que não encaixam no modelo do:
"-aceita lá a pastilha" Danem-se! Isso não é desporto, é tráfico! Já disse em mantenho. O doping é bem mais perigoso e abrangente no desporto amador do que na esfera profissional. Se até o Dr. já tomou uma qualquer coisinha para fazer o turno da noita, ou para passar naquele exame...O que é que estamos a criar?
Escravos! Dependentes! Pessoas com pouca autoestima, com pouco respeito próprio. E quem não se respeita a sim mesmo, dificilmente poderá respeitar o seu semelhante! Quem beneficia com isto tudo? Os que tomam ou que tiram dividendos do trabalho alheio? Tomar drogas para ter melhor rendimento, é talvez a etapa seguinte de um processo que passa por tirar cada vez mais direitos a quem se esforça por via do trabalho sério! O pior é que também fora do espectro desportivo tal sintoma alastra, nos ambientes laborais...quem beneficia?
Porque existem pessoas que gostam de ver, tornar, e contribuir para a infelicidade dos outros?
Medite-se nisto. Os que conseguirem, claro.
Ps.: É óbvio que quem semeia ventos colhe tempestades, ou melhor quem contribui para a exclusão será ele mesmo excluído. Por isso aqui fica a mensagem aos visados:
-Não façam mal e esperem que lhes aconteça bem!
-A caneta é mais forte do que os punhos!
E não não vou calar-me, não vou deixar o meu estilo, nem tão pouco vai haver interregno! Bateram à porta errada!
Para os seguidores do blog desculpem a conversa surda, mas sei que vai ter ao d estinat ário (os).
domingo, 21 de março de 2010
Rotas do Burro Campelos
Hoje foi dia de fazer horas...de burro. Resolvi aparecer no evento de BTT em Campelos. Boa organização, com pessoas muito simpáticas. Percurso excelente. Mais uma vez instalou-se a natural empatia entre os membros da BICIGAL ADVENTURE TEAM que hoje me valeram e muito.
De manhã rumei à Bicigal com a minha TREK. O tempo parecia estar convidativa para uma volta de estrada. Contudo, estava mais virado para o contacto com natureza. Verifiquei que era dia de evento especial. ROTAS do BURRO. Nome sonante e convidativo. Resolvi dirigir-me aos Campelos de BTT.

Curiosa coincidência do destino, quando cruzei com velhos amigos. Lá estava o Macedo com o seu sorriso. Ex-instrutor das Patrulhas de Longo Raio de Alcance. Convidou-me a fazer com eles no futuro umas "Cotas" nos próximos dias. Talvez até seja giro voltar a colocar a mochila de 120 litros às costas, calçar as botinhas, retirar os mapas e bússola do pó para quebrar a routina.
Lá prossegui até Campelos. Cruzei com alguns elementos e voltei para trás. Infelizmente, no BTT, existem avarias, ainda para mais quando o terreno está cheio de lama. A corrente bateu nos raios da roda de trás e arrancou a mudança traseira do drop out. Pensei o pior...Qual anjos protectores, vinham os meus companheiros das saídas noturnas. Um deu-me o drop out, outro os elos de ligação e outro o descravador de correntes. Que sorte! O Nuno Calado tratou do resto. Ufff!!!
Tratei de acelerar, e ao fim de algum tempo em solitário, e fruto de não ter parado em nenhum abastecimento alcancei-os. Grande surpresa e grande empeno meu ao ponto de na ultima dificuldade do dia, simplesmente faltarem-me as forças para continuar e cair literalmente para o lado. Risota de todos, comigo a apreciar a ervinha fofinha.
Bela camaradagem. Bela manhã de ciclismo! Boa rota muito bem elaborada e marcada. Parabéns Campelos! Obrigado pessoal!
De manhã rumei à Bicigal com a minha TREK. O tempo parecia estar convidativa para uma volta de estrada. Contudo, estava mais virado para o contacto com natureza. Verifiquei que era dia de evento especial. ROTAS do BURRO. Nome sonante e convidativo. Resolvi dirigir-me aos Campelos de BTT.

Curiosa coincidência do destino, quando cruzei com velhos amigos. Lá estava o Macedo com o seu sorriso. Ex-instrutor das Patrulhas de Longo Raio de Alcance. Convidou-me a fazer com eles no futuro umas "Cotas" nos próximos dias. Talvez até seja giro voltar a colocar a mochila de 120 litros às costas, calçar as botinhas, retirar os mapas e bússola do pó para quebrar a routina.
Lá prossegui até Campelos. Cruzei com alguns elementos e voltei para trás. Infelizmente, no BTT, existem avarias, ainda para mais quando o terreno está cheio de lama. A corrente bateu nos raios da roda de trás e arrancou a mudança traseira do drop out. Pensei o pior...Qual anjos protectores, vinham os meus companheiros das saídas noturnas. Um deu-me o drop out, outro os elos de ligação e outro o descravador de correntes. Que sorte! O Nuno Calado tratou do resto. Ufff!!!
Tratei de acelerar, e ao fim de algum tempo em solitário, e fruto de não ter parado em nenhum abastecimento alcancei-os. Grande surpresa e grande empeno meu ao ponto de na ultima dificuldade do dia, simplesmente faltarem-me as forças para continuar e cair literalmente para o lado. Risota de todos, comigo a apreciar a ervinha fofinha.
Bela camaradagem. Bela manhã de ciclismo! Boa rota muito bem elaborada e marcada. Parabéns Campelos! Obrigado pessoal!
segunda-feira, 15 de março de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Saida de entrudo

O dia parecia negro, encoberto, mas sem chuva, embora o vento de todo o quadrante sul contenha sempre surpresas relacionadas com chuva.
Mesmo assim, saí para fazer uns belos kms, sem antes telefonar ao amigo Xico. Devia estar nos seus belos cobertores a curtir o belo carnaval...
A direcção seguida foi para Cadaval com destino a Caldas da Rainha entre as múltiplas oportunidades que existem para uma volta aeróbica. Sim, esta seria uma volta aeróbica que seria "intelectualmente honesta"! Pena que a pilha do Ibike tivesse adormecido...Bem fiquei-me pelas sensações que me puseram em solitário. Durante bastante tempo nem uma vivalma apareceu. Bastou um ciclista que cruzou comigo. Até à Vermelha o tempo mantinha-se com vento do quadrante leste, embora fraco. Rumo a Caldas foi um "tiro" sempre sem alterações de ritmo ou esticanço...lol.
Após a rotunda de Caldas o pior e mais temido aconteceu. A chuva pairava nas muralhas de Obidos. Pena não ter podido capturar o momento. Parecia que o céu estava a tocar os montes e colinas em redor. Uma ténue nuvem branca aveludada caia sobre o horizonte e anunciava que a chuva vinha ai. Por sinal bem forte. Persistiu até ao Outeiro. Não parei. A agua inundava os sapatos. Tive de retirar os oculos que estavam embaciados. Rios de agua atravessavam a estrada que em alguns locais parecia um rio. Um dilúvio. O perigo da agua é que não se vê os buracos. As trajectórias eram calculadas de modo a passar pelo local onde houvesse menos agua. As luvas estavam encharcadas e o frio começava a fazer estragos. Mas o sentimento era de liberdade, de contemplação. Adoro condições extremas.
O limiar das três horas aproximava-se e conhecendo-me sabia que estavam perto as sensações de superação e combate da fadiga. São cerca de 15 a 30 minutos até que volto de novo a sentir-me melhor. Embora a agua seja inimiga dos ciclistas e dos músculos, parecia que voava em direcção a Torres Vedras na descida após o alto do Ameal. O vento tinha rodado para sul e a chuva essa era agora de choviscos que batiam na cara. Desafiando a carga da pilha do Ibike, quis ver as horas. Estavam completadas 4 horas em ritmo controlado por um único indicador. As sensações do organismo.
Belo banho quente e bela manhã de ciclismo. Não é preciso muito para quem gosta de andar de bicicleta. Basta uma bela paisagem...
Ver mapa maior
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Rescaldo Domingo 14FEV2010

Um dia de frio intenso que contrastou com a intensidade das primeiras pedaladas, após reencontro com o grupo que vinha de Mafra.
Estava previsto ser aeróbico, contudo até ao Bombarral foi de dificuldade media alta, acima do aeróbico. As batidas cardíacas nas subidas ultrapassaram a barreira das 160 BPM. Tive de socorre-me da pedaleira grande (52) que estava guardada lá mais para o final do mês.
O Rocha com o seu feitio do costume lá mandou umas bocas, pensando que era dia de festa:
-Ah querem festa...!!!
Mantive-me algumas vezes à frente do grupo sem esforçar demais, despesas que eram suportadas durante mais tempo pelo Manso. O João da Murgeira passou pela frente algumas vezes mas o rigor que se lhe impunha levou-o a resguardar-se.
Outro elemento que conheci durante as minhas voltas solitárias foi o Sérgio que nas subidas utilizava a rotação como recurso.
As dores das costas apareciam obrigando-me a colocar-me várias vezes sem as mãos no guiador que foi mal interpretado como alguma facilidade. Contudo traduzia-se em desconforto. Depois de Bombarral, após a passagem de nível, foi altura de mostrar a festa. O manso comandava, mas o ritmo baixou rapidamente quando a estrada empinou e continuei com a velocidade que trazia da quarta posição. Até ao alto do Paúl, sempre em 52 ainda deu para acelerar sentado e embalar o velocípede, e ser ultrapassado pelo João que parece que também estava a adorar a festa...
O vento soprou sempre de Leste, contudo após Atouguia da Baleia, na recta da Foz, o vento soprava de frente. Enrolei, melhor carreguei até ouvir o Manso que teimava querer render. Nem acatei a ganhei alguns 200 metros. Lourinhã seria motivo para virar-mos para Ribamar da Lourinhã, com a sua subida aser feita ao lado do João em ritmo que nunca ultrapassou as 150 BPM.
Na Silveira o grupo desmembrou-se, comigo a seguir a em direcção a Casalinhos com o Paletas. Resolvi continuar até Coutada. Bem o calvário estava para vir. Lembram-se do vento de Leste?
Pois bem, até Torres Vedras parecia que estava a fazer o Halp-de-Huez. Acho que houve momentos que a potencia subiu a 400Watts...tal era o vento de frente. O vento e o frio!
Para volta aeróbica, primeira centenária portei-me à altura da festa...acho eu...lol
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Petição Importante!
"Destinatário: Assembleia da República
Petição "Alteração do Código da Estrada reforçando direitos de ciclistas e peões"
Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República,
Os abaixo signatários vêm, no exercício do DIREITO DE PETIÇÃO, expor e requerer o seguinte:
1.Portugal tem assistido, nos últimos anos, a um aumento significativo da utilização da bicicleta em actividades de lazer, mas também como modo de transporte quotidiano.
2.Assim, a bicicleta não pode ser encarada apenas como mero equipamento desportivo ou recreativo, mas antes como um normal modo de transporte que deve ser incentivado enquanto alternativa socialmente responsável às pequenas deslocações de automóvel, sobretudo numa altura em que urge reduzir a dependência da energia fóssil e a emissão de gases com efeitos de estufa.
3.Verifica-se, presentemente, em toda a União Europeia (UE), uma preocupação crescente em fomentar o uso da bicicleta tornando-se, assim, fundamental, o estabelecimento de regras adequadas como forma de redução dos potenciais riscos a que estão sujeitos os ciclistas.
4.Todavia, o Código da Estrada português, ao contrário das legislações congéneres de outros estados-membros da UE, não protege o ciclista, contendo até normas que encorajam comportamentos de risco por parte de outros utilizadores da via pública, designadamente os automobilistas.
5.Impõe-se, pois, a alteração dessas normas do Código da Estrada, como aliás foi reconhecido na última Legislatura por todos os partidos com assento na Assembleia da República, designadamente através da Resolução nº 80/2009, que recomenda ao Governo que proceda a alterações no Código da Estrada, reforçando os direitos de ciclistas e peões.
6.Tal desiderato corresponde, de resto, a uma necessidade de convergência legislativa apontada pela UE e recomendada pela Conferência Europeia dos Ministros de Transportes e pelo Comité Económico-Social Europeu.
7.Esta é, aliás, uma forma de cumprir a “Carta Europeia de Segurança Rodoviária”, que aponta para a tomada de medidas tendentes à redução do elevado número de vítimas da sinistralidade rodoviária, e o próprio preâmbulo do actual Código da Estrada que nota a necessidade de proteger os utilizadores mais vulneráveis.
8.Importará, consequentemente, que o Código da Estrada português possa convergir com as demais legislações congéneres de outros estados-membros da UE nas matérias relacionadas com a circulação de velocípedes, modificando o seu articulado no que respeita à segurança dos ciclistas.
Em face do acima exposto, os signatários desta petição vêm requerer à Assembleia da República, no âmbito das suas competências constitucionais, a tomada das iniciativas legislativas necessárias com vista à alteração do Código da Estrada (Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de Fevereiro) por forma a aumentar a segurança rodoviária dos ciclistas e, consequentemente, de todos os utilizadores da via pública.
Os Peticionários "
In
PetiçãoOnline
Assina sff
Petição "Alteração do Código da Estrada reforçando direitos de ciclistas e peões"
Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República,
Os abaixo signatários vêm, no exercício do DIREITO DE PETIÇÃO, expor e requerer o seguinte:
1.Portugal tem assistido, nos últimos anos, a um aumento significativo da utilização da bicicleta em actividades de lazer, mas também como modo de transporte quotidiano.
2.Assim, a bicicleta não pode ser encarada apenas como mero equipamento desportivo ou recreativo, mas antes como um normal modo de transporte que deve ser incentivado enquanto alternativa socialmente responsável às pequenas deslocações de automóvel, sobretudo numa altura em que urge reduzir a dependência da energia fóssil e a emissão de gases com efeitos de estufa.
3.Verifica-se, presentemente, em toda a União Europeia (UE), uma preocupação crescente em fomentar o uso da bicicleta tornando-se, assim, fundamental, o estabelecimento de regras adequadas como forma de redução dos potenciais riscos a que estão sujeitos os ciclistas.
4.Todavia, o Código da Estrada português, ao contrário das legislações congéneres de outros estados-membros da UE, não protege o ciclista, contendo até normas que encorajam comportamentos de risco por parte de outros utilizadores da via pública, designadamente os automobilistas.
5.Impõe-se, pois, a alteração dessas normas do Código da Estrada, como aliás foi reconhecido na última Legislatura por todos os partidos com assento na Assembleia da República, designadamente através da Resolução nº 80/2009, que recomenda ao Governo que proceda a alterações no Código da Estrada, reforçando os direitos de ciclistas e peões.
6.Tal desiderato corresponde, de resto, a uma necessidade de convergência legislativa apontada pela UE e recomendada pela Conferência Europeia dos Ministros de Transportes e pelo Comité Económico-Social Europeu.
7.Esta é, aliás, uma forma de cumprir a “Carta Europeia de Segurança Rodoviária”, que aponta para a tomada de medidas tendentes à redução do elevado número de vítimas da sinistralidade rodoviária, e o próprio preâmbulo do actual Código da Estrada que nota a necessidade de proteger os utilizadores mais vulneráveis.
8.Importará, consequentemente, que o Código da Estrada português possa convergir com as demais legislações congéneres de outros estados-membros da UE nas matérias relacionadas com a circulação de velocípedes, modificando o seu articulado no que respeita à segurança dos ciclistas.
Em face do acima exposto, os signatários desta petição vêm requerer à Assembleia da República, no âmbito das suas competências constitucionais, a tomada das iniciativas legislativas necessárias com vista à alteração do Código da Estrada (Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de Fevereiro) por forma a aumentar a segurança rodoviária dos ciclistas e, consequentemente, de todos os utilizadores da via pública.
Os Peticionários "
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domingo, 31 de janeiro de 2010
Os ratos e os patos

Bela manhã de ciclismo. Pena a chuva que a sul de Torres, parecia fazer-se sentir.
Pensei logo que os patos que nadam perto do complexo desportivo mafrense iriam saboreá-la pelo melhor. É que pato gosta de agua, e se for bravo melhor!
Quanto aos ratos, esses tiveram oportunidade de sair do esgoto. Encharcados, durante os primeiros momentos do dia viram o tão precioso sol que permitiu amena cavaqueira. Por causa dos caçadores de patos bravos, apanhei um furo, qual chumbada que doeu. Os sacanas dos patos atrapalham...
-Eh oh senhor caçador nós já não somos patos, somos ratos!!!!
Ironias à parte, o dia foi de passo moderado com algumas ligeiras inclinações. As minhas pernas estavam amassadas. A volta ao Gradil a solo do dia anterior (Sábado), estava a acusar falta de treino à chuva...mas pronto (ironia) -devo ser um rato e os ratos só atingem o seu apogeu lá para a primavera, enquanto os patos...os bravos já desapareceram nessa altura.-
O Xico resolveu experimentar o Rê Pê Mê, no Sábado. Entre peripécias dum estreante estava bem melhor do que no ultimo fim de semana. O problema foi o alto som que colocam dentro das salas de RPM...Mente sâ em corpo são!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Sabado e Domingo----A volta do trique trique----
Se o tempo permitir, Sábado e Domingo serão voltas para acumular Kms de qualidade e assim favorecer uma coisa chamada vascularização. Obviamente serve também para queimar as calorias acumuladas com o objectivo de passar o Inverno com mais tranquilidade...É que a barreira dos 80 já foi ultrapassada este ano.
Sugestão para Domingo:
Ver mapa maior
Quase 80 Kms à descoberta e em ritmo de trique trique...
Sugestão para Domingo:
Ver mapa maior
Quase 80 Kms à descoberta e em ritmo de trique trique...
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